bLU
A prog journey through water and memory. Uma jornada prog através da água e da memória. Un viaje prog a través del agua y la memoria.
ALBUM · 2026
Short Description
bLU is the debut solo album by Giovani Baroni, a ten-track conceptual record designed to be heard from beginning to end as one continuous piece. Written after his move from São Paulo to Mexico City, the album uses water, fish, waves, and submersion as images for transformation, memory, ego, love, and self-preservation. Sung across Portuguese, English, and Spanish, bLU draws from progressive rock, emo, psychedelia, and Brazilian indie, combining shifting time signatures, recurring leitmotifs, piano, phaser guitars, aquatic synthesizers, ambient textures, and songs that bleed directly into one another.
Long Description
bLU is the debut solo album by Giovani Baroni: a ten-track record designed to be heard in sequence, from beginning to end, with each song bleeding into the next. More than a collection of individual tracks, it is built as a single continuous piece. A patient, immersive album in a time shaped by isolated singles.
The record began taking shape after Baroni moved from São Paulo to Mexico City in 2023. During the same period, he started studying piano and Spanish, and began writing toward something expansive: a conceptual album that could hold narrative, repetition, transformation, and contradiction. bLU became a record about change — the kind that alters a person without erasing what was essential in them.
Water runs through the album as image, sound, and structure. Fish, waves, rivers, submersion, and fluid movement appear across the lyrics, arrangements, transitions, and production. Written across Portuguese, English, and Spanish, the album moves through themes of childhood, self-preservation, generational trauma, ego, love, eastern philosophy, and the strange work of becoming someone else while remaining recognizably yourself.
Musically, bLU draws from progressive rock, emo, psychedelia, and Brazilian indie, with echoes of Radiohead, The Mars Volta, Terno Rei, Boogarins, and other artists who treat rock music as a space for atmosphere and disruption. The songs avoid easy structure: leitmotifs return in altered forms, melodies resurface across different tracks, time signatures shift, tempos bend, and many pieces move without traditional choruses. Piano, phaser-heavy guitars, aquatic synthesizers, ambient textures, and delay form the record’s central palette.
bLU was recorded across three cities. Baroni produced the album and tracked vocals, guitars, and keys in Mexico City. Pedro Serapicos recorded bass, mixed, and mastered the album in Berlin. Bianca Predieri recorded drums in São Paulo. Jorge Sultzer appears on “Efervescente.” “Fishy Boy,” co-written with Ricardo Baroni and Mardem Humberto, began years earlier in São Paulo after a swim, carrying traces of Radiohead and Modest Mouse before finding its final form on the album. “Paseo Largo” blends indie rock and jazz, with a Spanish-language section referencing the Argentine band Pescado Rabioso. “O Bicho que Sabia Demais” is based on a poem Baroni found written by his father at age seventeen.
The album opens with “Ambiência Aquática Nº 5,” an instrumental introduction partly inspired by the dramatic album openings of Brazilian metal band Angra. It closes with “O Rio,” shaped in part by Hermann Hesse’s Siddhartha. Between them, bLU moves like a body of water: recurring, unstable, reflective, and difficult to separate into parts.
bLU will be released in 2026, preceded by a series of singles. The first, “Mecânica dos Fluidos”, is out now.
Descrição Curta
bLU é o álbum de estreia solo de Giovani Baroni, um disco conceitual de dez faixas concebido para ser ouvido do começo ao fim como uma única peça contínua. Escrito após sua mudança de São Paulo para a Cidade do México, o álbum usa água, peixes, ondas e submersão como imagens de transformação, memória, ego, amor e autopreservação. Cantado em português, inglês e espanhol, bLU bebe do rock progressivo, emo, psicodelia e indie brasileiro, combinando compassos que mudam, leitmotifs recorrentes, piano, guitarras com phaser, sintetizadores aquáticos, texturas ambiente e músicas que sangram umas para as outras.
Descrição Longa
bLU é o álbum de estreia solo de Giovani Baroni: um disco de dez faixas concebido para ser ouvido em sequência, do começo ao fim, com cada música escorregando para a seguinte. Mais do que uma coleção de faixas individuais, ele é construído como uma única peça contínua. Um álbum paciente e imersivo num tempo marcado por singles isolados.
O disco começou a tomar forma depois que Baroni se mudou de São Paulo para a Cidade do México em 2023. No mesmo período, ele começou a estudar piano e espanhol, e passou a escrever em direção a algo expansivo: um álbum conceitual capaz de comportar narrativa, repetição, transformação e contradição. bLU se tornou um disco sobre mudança — o tipo que altera uma pessoa sem apagar o que havia de essencial nela.
A água percorre o álbum como imagem, som e estrutura. Peixes, ondas, rios, submersão e movimento fluido aparecem nas letras, arranjos, transições e produção. Cantado em português, inglês e espanhol, o álbum percorre temas de infância, autopreservação, trauma geracional, ego, amor, filosofia oriental e o estranho trabalho de se tornar outra pessoa sem deixar de ser você.
Musicalmente, bLU bebe do rock progressivo, emo, psicodelia e indie brasileiro, com ecos de Radiohead, The Mars Volta, Terno Rei, Boogarins e outros artistas que tratam o rock como espaço de atmosfera e ruptura. As músicas evitam estruturas fáceis: leitmotifs retornam em formas alteradas, melodias ressurgem em faixas diferentes, compassos mudam, tempos se curvam, e muitas peças avançam sem refrões tradicionais. Piano, guitarras com phaser, sintetizadores aquáticos, texturas ambiente e delay formam a paleta central do disco.
bLU foi gravado em três cidades. Baroni produziu o álbum e gravou vocais, guitarras e teclados na Cidade do México. Pedro Serapicos gravou o baixo, mixou e masterizou em Berlim. Bianca Predieri gravou a bateria em São Paulo. Jorge Sultzer aparece em “Efervescente.” “Fishy Boy”, co-escrita com Ricardo Baroni e Mardem Humberto, começou anos antes em São Paulo depois de uma nadada, carregando traços de Radiohead e Modest Mouse antes de encontrar sua forma final no álbum. “Paseo Largo” mescla indie rock e jazz, com uma seção em espanhol referenciando a banda argentina Pescado Rabioso. “O Bicho que Sabia Demais” é baseada num poema que Baroni encontrou escrito pelo seu pai aos dezessete anos.
O álbum abre com “Ambiência Aquática Nº 5”, uma introdução instrumental parcialmente inspirada nas aberturas dramáticas de álbuns da banda brasileira de metal Angra. Fecha com “O Rio”, moldada em parte pelo Sidarta de Hermann Hesse. Entre elas, bLU se move como um corpo d’água: recorrente, instável, reflexivo e difícil de separar em partes.
bLU será lançado em 2026, precedido por uma série de singles. O primeiro, “Mecânica dos Fluidos”, já está disponível.
Descripción Corta
bLU es el álbum debut solista de Giovani Baroni, un disco conceptual de diez tracks concebido para escucharse de principio a fin como una sola pieza continua. Escrito tras su mudanza de São Paulo a la Ciudad de México, el álbum usa agua, peces, olas y la sumersión como imágenes de transformación, memoria, ego, amor y autopreservación. Cantado en portugués, inglés y español, bLU bebe del rock progresivo, emo, psicodelia e indie brasileño, combinando compases que cambian, leitmotifs recurrentes, piano, guitarras con phaser, sintetizadores acuáticos, texturas ambientales y canciones que sangran unas en otras.
Descripción Larga
bLU es el álbum debut solista de Giovani Baroni: un disco de diez tracks concebido para escucharse en secuencia, de principio a fin, con cada canción fluyendo hacia la siguiente. Más que una colección de tracks individuales, está construido como una sola pieza continua. Un álbum paciente e inmersivo en un tiempo marcado por singles aislados.
El disco empezó a tomar forma después de que Baroni se mudó de São Paulo a la Ciudad de México en 2023. En el mismo período, empezó a estudiar piano y español, y comenzó a escribir hacia algo expansivo: un álbum conceptual capaz de sostener narrativa, repetición, transformación y contradicción. bLU se convirtió en un disco sobre el cambio — el tipo que altera a una persona sin borrar lo que había de esencial en ella.
El agua recorre el álbum como imagen, sonido y estructura. Peces, olas, ríos, sumersión y movimiento fluido aparecen en las letras, arreglos, transiciones y producción. Cantado en portugués, inglés y español, el álbum recorre temas de infancia, autopreservación, trauma generacional, ego, amor, filosofía oriental y el extraño trabajo de convertirse en otra persona sin dejar de ser reconociblemente tú.
Musicalmente, bLU bebe del rock progresivo, emo, psicodelia e indie brasileño, con ecos de Radiohead, The Mars Volta, Terno Rei, Boogarins y otros artistas que tratan el rock como espacio de atmósfera y ruptura. Las canciones evitan estructuras fáciles: los leitmotifs regresan en formas alteradas, las melodías reaparecen en tracks distintos, los compases cambian, los tiempos se curvan, y muchas piezas avanzan sin estribillos tradicionales. Piano, guitarras con phaser, sintetizadores acuáticos, texturas ambientales y delay forman la paleta central del disco.
bLU fue grabado en tres ciudades. Baroni produjo el álbum y grabó voces, guitarras y teclados en la Ciudad de México. Pedro Serapicos grabó el bajo, mezcló y masterizó en Berlín. Bianca Predieri grabó la batería en São Paulo. Jorge Sultzer aparece en “Efervescente.” “Fishy Boy”, co-escrita con Ricardo Baroni y Mardem Humberto, empezó años antes en São Paulo después de una nadada, con rastros de Radiohead y Modest Mouse antes de encontrar su forma final en el álbum. “Paseo Largo” mezcla indie rock y jazz, con una sección en español que referencia a la banda argentina Pescado Rabioso. “O Bicho que Sabia Demais” está basada en un poema que Baroni encontró escrito por su padre a los diecisiete años.
El álbum abre con “Ambiência Aquática Nº 5”, una introducción instrumental parcialmente inspirada en las aperturas dramáticas de discos de la banda brasileña de metal Angra. Cierra con “O Rio”, moldeada en parte por el Siddhartha de Hermann Hesse. Entre ellas, bLU se mueve como un cuerpo de agua: recurrente, inestable, reflexivo y difícil de separar en partes.
bLU será lanzado en 2026, precedido por una serie de singles. El primero, “Mecânica dos Fluidos”, ya está disponible.
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Videos
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